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O empresário Argino Bedin, conhecido como “pai da soja”, está agendado para depor na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) nesta terça-feira (3), às 9h. Bedin é suspeito de financiar atos antidemocráticos, incluindo ataques aos edifícios-sede dos Três Poderes em 8 de janeiro em Brasília. O empresário do Mato Grosso, sócio de nove empresas, já teve contas bloqueadas por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
A CPMI, que já ouviu diversos aliados de Bolsonaro, enfrenta desinteresse de seus membros, resultando no cancelamento do depoimento de Alan Diego dos Santos, preso por tentar explodir um caminhão-tanque perto do Aeroporto de Brasília. Outros depoentes incluem oficiais das Forças Armadas, ex-ministros e o chefe da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques.
A relatora da CPMI, Eliziane Gama, expressou o desejo de ouvir os últimos comandantes militares da gestão de Bolsonaro, citados na delação de Mauro Cid sobre uma possível reunião golpista. O prazo final da CPMI é 20 de novembro, mas o relatório final pode ser apresentado em 17 de outubro.
*Com informações de Rede Brasil Atual
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