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Paulo Gonet, que atualmente ocupa o cargo de vice-procurador-geral eleitoral e é cogitado para assumir a liderança da Procuradoria-Geral da República (PGR), surpreendentemente defendeu Jair Bolsonaro e seu vice, Walter Braga Netto. Ambos são acusados de abuso de poder político, ao se aproveitarem da estrutura do Palácio do Planalto e do Palácio da Alvorada para promoverem suas campanhas durante as eleições de 2022.
A acusação vem de três ações movidas pela coligação do Brasil da Esperança e pelo PDT. Eles alegam que o ex-presidente fez um "desvio de finalidade" ao usar os palácios para fins eleitorais, como a gravação de lives e a busca de apoio de personalidades públicas.
Em um parecer recente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gonet argumenta que a legislação atual impõe restrições ao uso de propriedades federais por funcionários públicos, mas permite reuniões relacionadas à campanha, desde que não sejam eventos públicos.
No entanto, vale lembrar que Gonet já havia se manifestado anteriormente a favor da condenação de Bolsonaro por abuso de poder político. Ele criticou a utilização do Palácio da Alvorada para uma reunião que resultou em várias acusações infundadas contra o sistema eleitoral brasileiro.
A decisão sobre quem será o próximo líder da PGR é aguardada com ansiedade, especialmente após o término do mandato de Augusto Aras. Atualmente, Elizeta Ramos, vice-presidente do Conselho Superior do MPF, ocupa o cargo interinamente.
*Com informações do Brasil 247
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