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Em um avanço preocupante, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deu sinal verde para uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que autoriza a venda de plasma sanguíneo. Apesar da resistência do governo e de especialistas da saúde, a proposta foi aprovada por uma margem estreita e agora segue para deliberação no plenário.
A atual Constituição veda a comercialização de órgãos, tecidos e substâncias humanas, mas essa PEC ameaça alterar esse cenário, permitindo a venda de plasma. Críticos alertam que isso pode comprometer a integridade do Sistema Único de Saúde (SUS).
O plasma é crucial na produção de medicamentos hemoderivados, como a imunoglobulina. A proposta, defendida pela senadora Daniella Ribeiro, vice-líder do governo no Senado, visa permitir que empresas privadas colem, processem e vendam plasma humano.
A senadora Ribeiro assegura que a "comercialização" mencionada refere-se à indústria e não ao cidadão. No entanto, o texto, como está, abre a possibilidade de que a população venda seu sangue, uma perspectiva que foi fortemente criticada por vários senadores.
A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) e outras entidades se manifestaram contra a PEC, destacando os riscos que ela representa para o SUS e a doação voluntária de sangue.
*Com informações de Brasil 247
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