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O ex-juiz e atual senador Sergio Moro está no centro de uma controvérsia após um despacho revelar que ele autorizou o delator Tony Garcia a usar grampos para investigar membros do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. O documento, que agora está com o ministro Dias Toffoli, foi anexado a uma petição que questiona a imparcialidade de Moro em processos envolvendo o empresário.
Moro justificou a autorização, permitindo que Garcia utilizasse escutas ambientais e corporais, com o auxílio da Polícia Federal, para monitorar integrantes do STJ e TRF-4. Em sua decisão, Moro citou a operação italiana "Mãos Limpas" e uma decisão da Suprema Corte dos EUA, embora esta última não tenha validade no Brasil.
Antes de ser afastado de seu cargo em Curitiba, o juiz Eduardo Appio encaminhou cópias do processo ao ministro Ricardo Lewandowski, destacando indícios de conduta criminosa de Moro e membros do Ministério Público Federal.
Em resposta, Moro emitiu uma nota, defendendo sua atuação e criticando a divulgação de informações por "um bandido condenado". Ele reiterou que não autorizou gravações contra magistrados e que todas as investigações foram informadas ao Procurador Geral da República da época.
*Com informações do Conjur*
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