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Documentos obtidos pela revista Consultor Jurídico revelam que a operação "Lava Jato" direcionou R$ 625 milhões da construtora Camargo Corrêa, pagos como multa em um acordo de leniência, para a força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná.
O acordo, proposto em meio às investigações de fraudes em licitações, planeja que a Camargo Corrêa pague uma multa em novas parcelas anuais.
Deltan Dallagnol, chefe da "Lava Jato", e outros procuradores revisaram o documento em 2015.
Em 2017, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu que o MPF não tinha competência para fazer acordos de leniência relativos a atos de improbidade administrativa, resultando na anulação do acordo com a Camargo Corrêa.
Apesar da anulação, a construtora continuou pagando as parcelas, com parte do dinheiro indo para a Polícia Federal no Paraná e a Justiça Federal em Goiânia.
Em 2019, a Camargo Corrêa fez um novo acordo com a Controladoria-Geral da União e a Advocacia-Geral da União, comprometendo-se a pagar R$ 1.396 bilhões até 2038.
O documento destaca a falta de transparência nos acordos da “Lava Jato”, dificultando o controle sobre a destinação dos valores.
A notícia também menciona tentativas de procuradores de Curitiba de criar uma fundação com recursos de acordos de leniência e a relação de Deltan Dallagnol com a Transparência Internacional.
*Com informações da ConJur*
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