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Um "cheque-fantasma" de R$ 200 mil em nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) veio à tona, expondo transações imobiliárias suspeitas do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O cheque serviu como garantia para a reserva de doze salas em um prédio comercial na Barra da Tijuca, em 2008, uma operação que logo chamou a atenção dos investigadores.
Por medo de que o cheque fosse descontado, Flávio Bolsonaro não assinou. Colocou seu nome em letras cursivas no lugar da assinatura, garantindo que, se fosse depositado para saque, o banco devolveria, por irregularidade na assinatura.
Por quase um ano, Flávio realizou pagamentos para a compra dessas salas, somando R$ 297 mil. Curiosamente, nenhum desses pagamentos veio diretamente de sua conta. Ele usou dinheiro vivo, boletos e cheques, totalizando um montante de cerca de R$ 3 milhões. Mais tarde, vendeu as salas por um valor exorbitante, levantando suspeitas de lavagem de dinheiro.
Em vez de esclarecer a situação, Flávio optou por atacar o Ministério Público, alegando falhas no processo. A denúncia contra ele foi arquivada, mas não por falta de evidências. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou as provas, alegando foro privilegiado.
O cheque de R$ 200 mil, assinado de forma peculiar por Flávio, tornou-se uma prova-chave. Esse cheque, revelado pelo jornalista Rodrigo Rangel, do Metrópoles, foi central na investigação, juntamente com outros documentos suspeitos.
*Com informações do Metrópoles
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