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O Rio de Janeiro alcançou um marco indesejado com o recorde de fuzis apreendidos em 2023. Em uma única semana, 60 fuzis foram interceptados pela polícia, sendo que impressionantes 47 desses estavam escondidos em uma luxuosa mansão na Barra da Tijuca.
Desde o início do ano até agora, a polícia apreendeu um total de 499 fuzis, superando as apreensões totais de 2022, que somaram 478. A polícia identificou que o arsenal descoberto na Barra estava destinado a milicianos e traficantes da notória favela da Rocinha.
É intrigante destacar que o Rio de Janeiro não tem fábricas de armas. Portanto, os fuzis são contrabandeados de outras regiões, o que destaca a audácia das operações criminosas, uma vez que, mesmo com operações policiais rigorosas, o contrabando persiste.
Fuzis desmontados foram encontrados cuidadosamente embalados em malas em uma mansão na Barra.
O especialista em segurança, Alessandro Visacro, destaca que essa crescente problemática não é exclusiva do Rio de Janeiro. “Enfrentamos uma enorme luta contra o tráfico internacional de armas”, declara. Ele acrescenta que o aumento nas apreensões indica tanto a crescente disponibilidade de armas quanto os esforços contínuos das autoridades cariocas para conter essa onda de violência.
Para Robson Rodrigues, também especialista em segurança, a solução envolve mais do que simples apreensões. Ele enfatiza a necessidade de compreender a origem dessas armas e investir mais em vigilância eficaz.
“Precisamos aprimorar nossas estratégias, focando na prevenção e interrupção desse fluxo ilegal de armas, garantindo que elas nunca cheguem às mãos dos criminosos”, conclui Rodrigues.
Com informações da “Agência de Notícias Local”
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