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Com um aviso alarmante do Exército de Israel, a ONU foi informada sobre a necessidade de deslocamento da população do norte de Gaza, que engloba cerca de 1,1 milhão de pessoas, além do pessoal da própria ONU, para o sul da Faixa de Gaza em um prazo estreito de 24 horas. A revelação foi feita por Stéphane Dujarric, porta-voz das Nações Unidas.
Dujarric detalhou que, nas últimas horas do dia 12 de outubro, líderes da ONU em Gaza receberam o comunicado das Forças Armadas israelenses, indicando que toda a população da região norte de Wadi Gaza deve se realocar para o sul no prazo estipulado. Tal determinação engloba não apenas os cidadãos, mas também funcionários da ONU, assim como aqueles sob proteção em estruturas da ONU, que incluem clínicas, centros de saúde e escolas.
O olhar da ONU sobre tal notificação é de profunda preocupação. A entidade acredita que é quase impossível realizar essa realocação sem provocar consequências humanitárias desastrosas. Em um apelo enfático, as Nações Unidas solicitam que, caso essa ordem seja autêntica, seja prontamente cancelada para prevenir a escalada de uma situação já calamitosa.
Complementando o cenário de tensões, imagens de 23 de Março de 2018 sugerem o uso de bombas de fósforo branco durante ataques em Douma, uma área controlada por rebeldes nas proximidades de Damasco.
De acordo com registros recentes, desde o sábado (7), Gaza tem sido palco de intensos confrontos, com lançamentos significativos de foguetes em direção ao território israelense e relatos de incursões de militantes palestinos nas regiões de fronteira de Israel.
*Com informações de Sputnik Brasil
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