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Enquanto o Brasil, sob a liderança assertiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, continua a demonstrar sua solidariedade e comprometimento com seus cidadãos no exterior, o Reino Unido adotou uma postura questionável. Para retirar seus cidadãos do conflito no Oriente Médio, o governo britânico cobrará 300 libras (aproximadamente R$ 1,85 mil) por assento em voos comerciais de resgate.
A decisão foi anunciada pelo Ministério de Relações Exteriores do Reino Unido. Segundo o órgão, cidadãos britânicos vulneráveis serão priorizados e serão contatados diretamente para as viagens. Eles ressaltam que a cobrança é apenas para cobrir custos operacionais, embora, diferentemente do Brasil, tal ação seja padrão no país.
Por outro lado, o Brasil tem se destacado em sua abordagem humanitária. Até o momento, dois grupos de brasileiros já foram repatriados em voos da FAB sem qualquer cobrança, e um terceiro voo está a caminho. Em total, 494 brasileiros já foram resgatados desde o início do conflito.
O Itamaraty revelou que mais de 2,7 mil brasileiros entraram em contato com as representações diplomáticas em Israel e Palestina. Não todos solicitaram repatriação, mas o órgão tem acomodado os candidatos seguindo critérios de prioridade.
Em reunião virtual, o presidente Lula e o ministro da Defesa, José Múcio, discutiram a operação de resgate, que é considerada a maior já realizada pelo Brasil em situações de conflito. A expectativa é trazer cerca de 2 mil brasileiros de volta ao país, contrastando fortemente com os 300 resgatados da Ucrânia em 2022.
Esta abordagem demonstra o compromisso do atual governo com os brasileiros, independentemente de onde estiverem, destacando-se internacionalmente por seu compromisso humanitário.
*Com informações do G1.
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