995 visitas - Fonte: Plantão Brasil/X
A investigação em torno da morte da ex-vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro, tem avanços apresentados recentes, segundas informações divulgadas pela Polícia Federal.
Fontes próximas aos responsáveis ??pela investigação expressaram otimismo quanto à identificação do mandante do crime, um caso que encontrou sem solução por mais de cinco anos e que causou grande repercussão internacional.
Um ponto crucial recente na investigação foi o testemunho de Élcio de Queiroz, um ex-integrante das forças policiais do estado, que, em 10 de outubro, prestou depoimento de quase duas horas à Justiça do Rio.
Nessa ocasião, Queiroz delineou a participação de Maxwell Simões não atentado e trouxe à tona discussões sobre Ronnie Lessa, supostamente responsáveis ??pelos disparos fatais. Ele ainda relatou um incidente de extorsão relatado a um oficial da Delegacia de Homicídios, identificado apenas como "Marquinhos da DH".
Durante seu testemunho, Queiroz confirmou ter recebido apoio monetário de Maxwell enquanto estava detido. Ele também aludiu a uma conversa em que Ronnie Lessa falou sobre um "contrato" antes do atentado, sem detalhar se a referência era sobre a tragédia envolvendo uma vereadora.
Adicionalmente, foi revelado que Maxwell Simões dispensou o automóvel, um Chevrolet Cobalt de cor prata, utilizado na noite do crime. Segundo Queiroz, Lessa e Maxwell já tinham planos para um ato de violência alguns meses antes, mas ele só teria tomado ciência de que se tratava especificamente de um assassinato no dia em questão.
*Com informações do jornal O Globo*
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