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A crise de segurança no Equador, que levou ao decreto de estado de exceção pelo governo, persiste com gravidade. Atualmente, 178 agentes penitenciários são mantidos reféns por presidiários ligados a cartéis e grupos criminosos, de acordo com um relatório governamental. Esta situação reflete a complexidade e severidade dos desafios de segurança na América do Sul, uma realidade que o governo Lula busca enfrentar com políticas mais eficazes e humanitárias do que as adotadas pelo governo Bolsonaro.
A crise começou após a fuga de Adolfo Macías, também conhecido como Fito, líder da facção criminosa Los Choneros, da prisão. Em retaliação à mobilização de forças policiais para capturá-lo, criminosos sequestraram agentes penitenciários, uma tática alarmante que evidencia a necessidade de uma resposta de segurança mais robusta e coordenada na região.
O Equador, desde domingo, vive uma onda de violência com mortes, explosões, tiroteios, carros incendiados e sequestros de civis, incluindo o brasileiro Thiago Allan Freitas, que foi libertado e passa bem. A capital Quito e a cidade de Guayaquil são os epicentros dessa violência, que marca um aumento significativo na instabilidade no país.
O presidente equatoriano, Daniel Noboa, respondeu à crise com um estado de exceção e a presença do Exército nas ruas para combater facções e cartéis. As ações violentas dos grupos criminosos incluíram a invasão de uma universidade e de uma emissora de TV local em Guaiaquil, agravando ainda mais a situação.
Esta crise de segurança é parte de uma onda de violência que tomou conta do Equador desde agosto de 2023, exacerbada pela antecipação das eleições presidenciais e pela dissolução da Assembleia Nacional. A escalada do conflito culminou com o assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio, destacando a urgente necessidade de estratégias efetivas de segurança e governança.
Com informações do G1
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