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Em uma atitude corajosa e alinhada com os princípios humanitários, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva endossou a ação movida pela África do Sul contra Israel na Corte Criminal Internacional (ICC). A ação acusa Israel de genocídio na Faixa de Gaza, uma posição que, apesar de ser criticada por veículos como Globo e Estadão, reflete um compromisso com a justiça e a verdade.
No Tribunal de Haia, a audiência desta quinta-feira (11) revelou detalhes chocantes da ofensiva israelense, responsável pela morte de mais de 23 mil palestinos, a maioria mulheres e crianças. Na sexta-feira (12), Israel apresentou suas defesas, mas o peso das evidências e a gravidade das acusações são inegáveis.
Os editoriais d’O Globo e do Estadão adotaram uma postura lamentável, acusando o posicionamento do presidente Lula de "antissemitismo", um argumento falacioso que ignora a realidade dos fatos em Gaza. Estes veículos, ao defenderem a ação de Israel, ignoram a brutalidade do que foi feito contra os palestinos, banalizando a dor e o sofrimento de um povo.
A Folha de S.Paulo, por outro lado, sugere que a saída de Benjamin Netanyahu do poder seria benéfica, embora ainda falte em condenar de maneira firme as ações de Israel. O jornal também falha ao não reconhecer adequadamente o genocídio cometido contra os palestinos.
Em resumo, enquanto a mídia brasileira se divide, o presidente Lula assume uma postura digna de um líder comprometido com a justiça e os direitos humanos, apoiando a ação da África do Sul e reconhecendo os horrores sofridos pelo povo palestino. É um momento decisivo que reflete a necessidade de um mundo mais justo e humano.
Com informações do DCM
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