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A Corregedoria-Geral da União (CGU) está investigando Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), por seu comportamento político e uso indevido de redes sociais durante as eleições de 2022. A CGU negou rumores anteriores de que Vasques havia sido isento de acusações de improbidade administrativa por técnicos da agência.
O corregedor da CGU dissolveu a comissão original encarregada de avaliar o caso, citando a inadequação da nota técnica produzida. Uma nova comissão foi formada, indicando que o processo contra Vasques continua em andamento e não foi concluído.
Paralelamente, a Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um caso relacionado à conduta de Vasques nas eleições de 2022. O ex-diretor da PRF, aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, está sob investigação por suspeitas de interferência nas eleições, prevaricação, violência política e omissão. Vasques foi preso preventivamente em agosto de 2022.
A CGU continua analisando as ações de Vasques, o que sugere que o processo pode ter repercussões significativas, dependendo dos resultados da investigação. A situação reforça a atenção da CGU às normas de conduta durante períodos eleitorais e ao uso adequado das redes sociais por figuras públicas.
Com informações do Brasil247
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