830 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF), sob orientação do ministro Dias Toffoli, iniciou um inquérito contra o ex-juiz Sergio Moro e procuradores associados a um acordo de delação premiada na operação Lava Jato. Este acordo, descrito como o "embrião" da operação, foi levantado após solicitações da Polícia Federal (PF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR), de acordo com o Blog da Daniela Lima, do G1.
Moro, confrontado com as acusações, negou qualquer irregularidade, alegando que as normas para colaboração premiada na época eram diferentes das atuais. O caso foi levado ao STF pelo ex-deputado estadual Tony Garcia, que havia feito um acordo com Moro. Este acordo incluía Garcia atuando secretamente para obter provas contra autoridades com privilégio de foro, uma prática mantida em segredo por quase 20 anos.
A PF e a PGR foram mobilizadas para investigar o caso, e Tony Garcia foi ouvido várias vezes. A PF destacou evidências de que o acordo de delação foi utilizado para chantagem e manipulação de provas, indicando possíveis crimes como concussão, fraude processual, coação, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Moro e sua esposa, Rosângela Moro, juntamente com procuradores envolvidos no acordo de delação e na Lava Jato, foram nomeados como investigados. A decisão de abrir o inquérito foi tomada por Toffoli em 19 de dezembro e mantida sob sigilo.
Veja a notícia na GloboNews:
SÉRGIO MORO é um criminoso contumaz. Todas as delações provocadas por esse BANDIDO foram fraudulentas e sem provas! Esse imundo jeca e analfabeto tem que ser CASSADO e PRESO JÁ
— Gabriel Gatti ?????? ???? (@Gattiaosta1) January 15, 2024
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