834 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O Estadão, em editorial recente, lançou críticas contundentes à investigação da Polícia Federal sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco, sugerindo que o governo Lula estaria forçando a federalização do caso. O jornal paulista insinua que há pretextos inventados para a participação da PF, apesar de o crime não ter natureza federal, e aponta que o governo se vangloria de estar próximo de resolver o caso.
O editorial vai além e insinua que a investigação serve para levantar suspeitas contra a polícia do Rio de Janeiro, que na época era comandada por um governo bolsonarista. Segundo o Estadão, há discursos petistas que sugerem o envolvimento de milicianos ligados a Bolsonaro no crime.
Ricardo Cappelli, Secretário-Executivo do Ministério da Justiça, reagiu fortemente ao texto do Estadão, acusando o veículo de ultrapassar todos os limites e insinuar nulidades processuais. Cappelli questiona as intenções do jornal ao atacar a Polícia Federal e indaga se estaria defendendo os assassinos de Marielle Franco. Ele enfatiza que ninguém ficará impune no caso, reforçando o compromisso do governo Lula com a justiça e a verdade.
Essa postura do Estadão, que costuma ser um veículo respeitado na imprensa, levanta questões sobre a imparcialidade e o papel dos meios de comunicação na cobertura de investigações delicadas e politicamente sensíveis.

Com informações da Revista Fórum
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