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A Polícia Civil de São Paulo pediu a prisão preventiva de dez pessoas envolvidas no sequestro do ex-jogador de futebol Marcelinho Carioca, ocorrido em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Quatro dos acusados já estão detidos, enquanto seis permanecem foragidos. O caso, que envolveu o ídolo de times como Brasiliense e Corinthians, foi investigado pela Divisão Antissequestro da Polícia Civil, que cruzou testemunhos com provas materiais para identificar os suspeitos.
Os crimes pelos quais os suspeitos são acusados incluem roubo, receptação, associação criminosa e extorsão mediante sequestro, com penas que podem ultrapassar 30 anos de prisão. As investigações revelaram que as vítimas, Marcelinho Carioca e sua amiga Taís Alcântara de Oliveira Moreira, foram mantidas em cativeiro, com a polícia resgatando-os posteriormente.
Entre os foragidos estão Caio Pereira da Silva, suposto dono do cativeiro, e Camily Novais da Silva, ambos acusados de pedir dinheiro para o resgate das vítimas. A operação policial também resultou na prisão de indivíduos responsáveis por atuar como intermediários no sequestro e na recepção do dinheiro do resgate.
Eliane Lopes de Amorim, outra envolvida no crime, foi liberada para prisão domiciliar para cuidar de seus dois filhos. O sequestro, ocorrido após um show do cantor Thiaguinho, incluiu momentos de extrema tensão para as vítimas, que foram forçadas a gravar um vídeo sob coação dos sequestradores.
A rápida ação da Polícia Militar, guiada por uma denúncia anônima, levou ao resgate bem-sucedido de Marcelinho Carioca e Taís, destacando a eficácia e prontidão das forças de segurança em proteger os cidadãos.
Com informações do Metrópoles
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