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O prefeito de Campina Grande (PB), Bruno Cunha Lima, filiado ao União Brasil, tomou uma decisão controversa ao proibir as comemorações de Carnaval nas ruas da cidade em 2024. Ao mesmo tempo, a cidade reservou espaços públicos para o evento religioso "Carnaval da Paz", que inclui encontros como o Consciência Cristã, Crescer, Miep, E-Alem e A Palavra Revelada. A escolha de privilegiar eventos religiosos em detrimento das tradicionais celebrações carnavalescas gerou críticas e acusações de inconstitucionalidade, especialmente por parte do defensor público Marcel Joffily, que destacou a natureza laica do Estado.
Essa decisão vem após um episódio envolvendo a sogra do prefeito, que ganhou notoriedade em março de 2022, quando vídeos dela consumindo cocaína nas nádegas de outra mulher foram divulgados nas redes sociais. Sua esposa, Juliana Cunha Lima, lamentou publicamente o comportamento autodestrutivo da mãe, com quem deixou de conviver desde a adolescência. Ela destacou a importância de seu pai e avó na sua formação e educação, ressaltando o apoio e presença constante de Deus em sua vida.
A proibição das festividades de Carnaval em espaços públicos de Campina Grande e a realização do "Carnaval da Paz" são vistas por muitos como uma forma de impor crenças religiosas em detrimento da diversidade cultural. A presença confirmada do pastor americano Douglas Wilson, conhecido por suas visões conservadoras e defesa da escravidão, no Consciência Cristã, aumentou ainda mais as críticas à gestão de Bruno Cunha Lima. O evento é apoiado por diversas igrejas protestantes e organizado pela Visão Nacional Cristã.
Com informações do DCM
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