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O ministro Luís Roberto Barroso, liderando o Supremo Tribunal Federal (STF), expressou em Davos, no Fórum Econômico Mundial, uma preocupação alarmante sobre a soberania da Amazônia. Segundo ele, o Brasil está em risco de perder o controle da região para o crime organizado, que vem se intensificando através de atividades ilícitas como a extração ilegal de madeira, mineração, grilagem de terras e queimadas. Barroso destacou a Amazônia como uma rota do tráfico, evidenciando a gravidade da situação.
A fala de Barroso ressalta a necessidade de uma política de segurança pública mais efetiva e abrangente, capaz de enfrentar os desafios impostos pelo crime organizado na região. Ele propõe uma abordagem renovada e ousada, especialmente no que tange à guerra contra as drogas, que, segundo ele, está sendo perdida. O ministro aponta para a necessidade de reconhecer as falhas das estratégias atuais e buscar soluções inovadoras, seja endurecendo a repressão ou considerando experiências de legalização observadas em outros países.
Esta declaração vem em um momento crítico, onde a preservação da Amazônia e a manutenção da soberania nacional sobre esta área vital estão em jogo. A necessidade de repensar as políticas de segurança e ambientais torna-se uma questão urgente para garantir a proteção deste patrimônio brasileiro e global.
“O Brasil corre risco de perder a soberania da Amazônia, não para outros países, mas para o crime organizado”, declara o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF, no Fórum Econômico Mundial, em Davos.
— GloboNews (@GloboNews) January 17, 2024
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