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O deputado federal Carlos Jordy (PL), conhecido por suas posições bolsonaristas radicais, foi desmentido pelo diretor-geral da Polícia Federal, delegado Andrei Rodrigues, sobre a ação policial em sua residência. Jordy afirmou ter sido acordado com um "fuzil no rosto" durante o cumprimento de um mandado da Operação Lesa Pátria, mas Rodrigues esclareceu que a entrada na casa foi pacífica, com a porta aberta por um morador, sem necessidade de força.
Jordy, em um vídeo divulgado nas redes sociais, se apresentou como vítima de uma suposta "ditadura", contrariando sua habitual postura agressiva contra o governo Lula. Ele negou qualquer envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro, apesar de ser um defensor da Ditadura Militar no Brasil. O deputado também acusou a operação de ser uma "piada" e se declarou perseguido politicamente pelo governo atual.
Busca e apreensão da PF por determinação de Alexandre de Moraes. Operação Lesa Pátria. Uma medida autoritária, sem fundamento, sem indício algum, que somente visa perseguir, intimidar e criar narrativa às vésperas de eleição municipal. pic.twitter.com/jE5pM3Bcd2
— Carlos Jordy (@carlosjordy) January 18, 2024