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A operação da Polícia Federal que teve como alvo o deputado bolsonarista Carlos Jordy (PL-RJ) gerou uma reação em cadeia entre parlamentares da extrema direita. Jordy, investigado por supostamente incentivar a tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2022, usou as redes sociais para se vitimizar e alegar que o Brasil vive sob uma "ditadura", apesar de ele e seu grupo terem apoiado a Ditadura Militar e propagado ideias autoritárias.
Esse discurso foi prontamente endossado por deputados como Nikolas Ferreira (PL-MG) e Gustavo Gayer (PL-GO), conhecidos por disseminar fake news e discursos incendiários. Ambos expressaram apoio a Jordy e reiteraram o discurso de "ditadura" em suas redes sociais, intensificando a narrativa conspiratória do grupo.
A reação desses parlamentares é vista não apenas como apoio corporativista, mas também como parte de uma estratégia que beneficia figuras políticas que se alimentam de discursos extremistas e desinformação. A Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal (STF) continuam a investigar os responsáveis pela tentativa de golpe, evidenciando o envolvimento de membros do bolsonarismo em ações antidemocráticas.
Este episódio ressalta a importância de responsabilizar aqueles que incitam, organizam e financiam atos contrários à democracia, e mostra o crescente desconforto de figuras extremistas diante da possibilidade de enfrentarem consequências legais por suas ações.
Com informações da Revista Fórum
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