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Membros da bancada evangélica se reuniram com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta sexta-feira (19), para discutir a revogação da isenção tributária sobre salários de ministros de empresas religiosas, uma decisão recente da Receita Federal. Esta medida revogada tinha sido concedida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro pouco antes das eleições de 2022.
O Secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, justificou a anulação da isenção alegando que a mesma não havia sido aprovada pela subsecretária de tributação. Com a nova decisão, rendimentos recebidos por pastores e líderes religiosos pelo tempo dedicado às atividades eclesiásticas passarão a ser tributados.
A auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) indicou que a União perdeu cerca de R$ 300 milhões em arrecadação devido à isenção dada anteriormente. A bancada evangélica, contudo, defende a manutenção da isenção tributária, levantando preocupações sobre as implicações financeiras para os líderes religiosos.
Com informações do G1
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