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O empresário e político Tony Garcia divulgou nas redes sociais um documento que, segundo ele, prova a continuidade e ilegalidade das ações da Operação Lava Jato contra seus adversários. Publicado em 19 de janeiro de 2024, o documento indica que as ações lideradas pelo ex-juiz suspeito e atual senador Sergio Moro (União Brasil-PR) e os procuradores da Lava Jato ainda não estão prescritas.
Garcia alega que Moro utilizava táticas de chantagem, ameaça, intimidação e tortura contra aqueles que não colaboravam com a operação. "Nenhum desses crimes estão prescritos. Isso dá cadeia!", afirmou o empresário. Ele também acusa Moro de usar as informações obtidas ilegalmente para perseguir o Partido dos Trabalhadores (PT) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O empresário ainda mencionou um inquérito aberto pelo ministro do STF Dias Toffoli para investigar as ilegalidades cometidas por Moro. Garcia também relembrou suas afirmações anteriores sobre ter sido coagido por Moro a fornecer informações falsas à revista Veja contra o ex-ministro José Dirceu (PT).
A denúncia também envolve alegações sobre uma "festa da cueca" em Curitiba, onde magistrados e membros do Judiciário participaram de eventos com garotas de programa. Garcia afirma que Moro usou o evento para chantagear membros do Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF4).
A denúncia de Garcia reforça as controvérsias em torno das ações da Operação Lava Jato e do papel de Sergio Moro enquanto juiz responsável pela operação.
DENUNCIA!!!
— Tony Garcia (@tonygarciareal) January 19, 2024
Atenção @MPF_PGR @policiafederal @STF_oficial @mjspgov
Os documentos OFICIAIS abaixo são da FORÇA TAREFA DA LAVA JATO datado em 26 de setembro de 2018 e ASSINADO POR TODOS SEUS INTEGRANTES. É uma das PROVAS INEQUÍVOCAS de que O CRIME CONTINUADO dessa gente se deu no… pic.twitter.com/BUQZR5gL7Q