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O ministro da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta, criticou fortemente a abordagem da mídia corporativa brasileira, principalmente a Globo, em relação às consequências da Operação Lava Jato. No cerne das críticas de Pimenta está a retomada das obras da Refinaria Abreu e Lima, um projeto crucial para a geração de empregos e autossuficiência energética do Brasil.
Pimenta argumenta que a reação negativa de alguns setores da mídia ao projeto da refinaria é um reflexo da cumplicidade desses veículos com a Lava Jato, uma operação que, segundo ele, causou a destruição de milhões de empregos e danos significativos ao parque industrial brasileiro. O ministro apontou a parcialidade e o papel ativo da mídia em eventos políticos controversos, como o golpe de 1964 e o impeachment de 2016, e acusou-os de serem cúmplices na perseguição política ao PT e ao ex-presidente Lula.
A indignação de Pimenta se intensifica diante das insinuações e comparações pejorativas feitas por jornalistas como Demétrio Magnoli, da Globonews, que equiparou o presidente Lula a figuras controversas. Essas alegações foram rebatidas por Pimenta, que destacou a necessidade de um debate contínuo sobre o impacto da Lava Jato e a importância do desenvolvimento econômico nacional.
Com informações do Brasil247
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