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O encontro promovido pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, conduzido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com lideranças evangélicas desencadeou descontentamento em um setor ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A reunião tinha como foco esclarecer as razões para a revogação de um benefício fiscal pela Receita Federal, direcionado a esse segmento religioso.
Uma fração da bancada evangélica interpretou a ação da Receita como uma "perseguição política", intensificando um clima de insatisfação. A iniciativa do governo Lula em dialogar com os evangélicos faz parte de uma estratégia de aproximação com este grupo influente, especialmente considerando as próximas eleições municipais, conforme apontado pela CNN.
O desagrado foi vocalizado pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), vice-presidente da Câmara e apoiador de Bolsonaro, que criticou a natureza do encontro, alegando que os deputados presentes não representam de fato a Frente Parlamentar Evangélica. Cavalcante taxou a reunião de "apócrifa" e expressou descontentamento com a ausência de convite formal à bancada, cobrando que o governo resolva seus próprios problemas.
A divergência foi acentuada com as declarações de Marcelo Crivella, desvinculando o governo de uma postura contrária aos evangélicos. Sóstenes rejeitou essa visão, enfatizando ser uma opinião pessoal de Crivella, com a qual discorda profundamente.
Esta reunião evidencia as complexas relações políticas envolvendo o governo Lula e o segmento evangélico, expondo desafios na busca por consenso e entendimento mútuo em questões fiscais e de representatividade.
Com informações do DCM
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