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No dia em que se lembram os 60 anos do golpe que mergulhou o Brasil em uma longa noite de ditadura, a Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, fez questão de honrar a memória das inúmeras vítimas desse período tenebroso. Em um ato de coragem e memória, ela recordou os que sofreram nas mãos de um regime que suprimiu liberdades, torturou e matou. Sua voz se ergue em meio a um silêncio escolhido pelo governo atual, liderado por Lula, que, em busca de pacificação, optou por não realizar atos oficiais sobre o golpe, demonstrando um cuidadoso equilíbrio entre a rememoração e a busca pela harmonia.
Essa data, marcada pela dor e pela luta, é um lembrete amargo para a sociedade brasileira sobre os perigos do autoritarismo e da supressão da democracia. A posição da ministra reflete um chamado à sociedade para nunca esquecermos os horrores vividos, assegurando que a história sombria da ditadura militar seja sempre lembrada como um alerta às gerações futuras.
A homenagem da Ministra das Mulheres vem em um momento crucial, reforçando a pesquisa do Datafolha que mostra uma clara preferência da população brasileira pela democracia, com 71% dos entrevistados rejeitando qualquer forma de governo autoritário. Este dado sublinha a importância de preservarmos os valores democráticos e de nos mantermos vigilantes contra as forças que tentam relativizar ou até mesmo glorificar um dos capítulos mais trágicos da história brasileira.
Ao recordar as vítimas da ditadura, Cida Gonçalves não só presta uma justa homenagem, mas também se coloca firmemente contra as tentativas de distorção histórica perpetradas por aqueles que, ainda hoje, flertam com ideias autoritárias, evidenciando uma clara repudiação às ideologias bolsonaristas. Sua mensagem é um farol de esperança e uma defesa intransigente da verdade e da justiça.
Este ato de memória e respeito pelas vítimas da ditadura militar, realizado pela Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, reafirma a essência de um governo comprometido com a democracia e os direitos humanos. Numa época de polarização e desafios à liberdade, a lembrança dos horrores passados serve como um potente lembrete da importância de protegermos os valores democráticos e garantirmos que as sombras da opressão não voltem a cair sobre o Brasil.
Neste 31 de março de 2024 faço minha homenagem a todas as pessoas presas, torturadas ou que tiveram seus filhos desaparecidos e mortos na ditadura militar. Que o golpe instalado há exatos 60 anos nunca mais volte a acontecer e não seja jamais esquecido.
— Cida Gonçalves (@CidaMulheres) March 31, 2024