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O governo de Luiz Inácio Lula da Silva, representado pelo ministro Paulo Pimenta, da Secretaria de Comunicação da Presidência, esclareceu que não há planos de revisar os contratos com a Starlink, empresa de internet via satélite de Elon Musk, também proprietário da rede social X. Esta declaração vem à tona após Musk desafiar decisões do STF, lideradas pelo ministro Alexandre de Moraes, sobre o bloqueio de contas na plataforma X, acusando-o de censura e violação à Constituição brasileira.
A controvérsia começou quando Musk se recusou a acatar ordens judiciais de bloquear perfis na X, questionando a autoridade do STF e promovendo a reativação de contas previamente suspensas, uma atitude que desencadeou uma resposta direta do Judiciário. Moraes, em contrapartida, abriu um inquérito contra Musk por obstrução da Justiça e outros crimes, incluindo-o nas investigações sobre milícias digitais e impondo uma multa diária por desobediência às medidas judiciais.
A posição de Musk gerou um conflito entre o governo brasileiro, que defende a integridade da justiça nacional, e os apoiadores de Bolsonaro, que veem no empresário um aliado contra o que consideram ser excessos do STF. Paulo Pimenta criticou a postura de Musk, enfatizando o risco de permitir que influências externas desafiem a soberania do Brasil e a lei, permitindo que indivíduos procurados pela justiça usem a rede social para evadir ações legais.
Com informações do Brasil 247
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