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Em meio às controvérsias que circundam a família Bolsonaro, o Santander busca judicialmente a apreensão de ativos financeiros de Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, devido a uma dívida estimada em R$ 360 mil. A dificuldade em localizar e intimar Jair Renan para o pagamento levou o banco a solicitar ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal uma varredura financeira. Tentativas de intimação falharam repetidamente, exacerbando o desafio de responsabilização.
Jair Renan, conhecido como "04", tem elos estreitos com Santa Catarina, onde reside atualmente, e mantém vínculos políticos ao atuar como assessor. As acusações que o cercam envolvem a manipulação de documentos para obtenção de empréstimos para sua empresa, RB Eventos e Mídia, levantando suspeitas de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.
O imbróglio financeiro inclui alegações de documentos falsificados para inflar o faturamento da empresa, facilitando a aquisição de empréstimos sob pretensões enganosas. A Polícia Civil já identificou as declarações de faturamento como fraudulentas, e a investigação aponta para um esquema mais amplo de obtenção ilícita de fundos, do qual Jair Renan e um sócio teriam se beneficiado.
Este episódio é mais um capítulo na série de controvérsias que marcaram a gestão e o legado da família Bolsonaro, colocando em questão a integridade e as práticas financeiras dos envolvidos. Enquanto o processo segue, o Santander aguarda uma decisão judicial que permita a recuperação dos valores devidos, destacando as dificuldades enfrentadas pelas instituições financeiras em casos de fraude e má conduta.
Com informações do DCM
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