1023 visitas - Fonte: PlantãoBrasil
Grupos de defesa dos direitos humanos palestinos reportaram que o renomado cirurgião ortopédico, Adnan Ahmad al-Bursh, foi morto devido à tortura enquanto estava detido em uma prisão israelense. Al-Bursh, chefe de ortopedia do maior hospital de Gaza, o Hospital al-Shifa, estava entre vários médicos presos em dezembro durante uma incursão no Hospital al-Awda, perto de Jabalia. Sua morte em 19 de abril foi descrita pelos grupos como um assassinato deliberado, e seu corpo continua retido pelas autoridades israelenses.
A declaração conjunta de grupos de advocacia palestinos, incluindo o Comitê de Assuntos dos Prisioneiros Palestinos e o Clube dos Prisioneiros Palestinos, também mencionou a morte de outro prisioneiro, Ismail Abdul Bari Khader, que morreu sob circunstâncias similares. Ambas as mortes foram descritas como resultantes de tortura e negligência médica.
As autoridades palestinas e organizações de direitos humanos, incluindo a Organização Mundial da Saúde, têm repetidamente condenado Israel por ataques contra instalações médicas e profissionais de saúde em Gaza. Esses ataques são vistos como parte de uma campanha sistemática contra o sistema de saúde palestino.
Francesca Albanese, relatora especial da ONU sobre a situação dos direitos humanos nos territórios palestinos, expressou alarme extremo com a morte de Al-Bursh, instando a comunidade internacional a tomar medidas concretas para proteger os palestinos sob ocupação israelense.
O movimento Hamas classificou as mortes de Al-Bursh e Khader como crimes de guerra, parte de uma série de atrocidades cometidas contra o povo palestino. Eles apelaram para ação internacional contra o regime israelense, que continua a manter uma campanha agressiva contra Gaza, resultando em milhares de mortes e feridos.
Com informações da PressTV
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: apoie@plantaobrasil.net
Follow @ThiagoResiste
APOIE O PLANTÃO BRASIL - Clique aqui!
Se você quer ajudar na luta contra Bolsonaro e a direita fascista, inscreva-se no canal do Plantão Brasil no YouTube.