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O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de agosto de 2024 registrou uma desaceleração significativa, superando as expectativas do mercado em relação ao aumento de preços no mês. Enquanto as previsões indicavam uma inflação entre 0,3% e 0,66%, o índice final ficou em apenas 0,29%. Em comparação, a inflação de julho foi de 0,61%.
Segundo André Braz, Coordenador dos Índices de Preços da FGV, "os três componentes do IGP-M mostraram desaceleração de julho para agosto. No Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), as quedas nas commodities, como minério de ferro, farelo de soja e feijão, foram determinantes. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) destacou-se pela queda mais acentuada dos preços de alimentos in natura, influenciada por uma boa safra, superando a redução do mês anterior. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) mostrou uma alta menos intensa nos custos de mão de obra, diminuindo a pressão inflacionária no setor."
Entre os itens que mais contribuíram para a desaceleração, destacam-se a queda de 7,11% nos preços dos alimentos in natura, a redução de 0,71% na tarifa de eletricidade residencial e a diminuição nos preços de artigos de higiene pessoal, também de 0,71%.
A redução do IGP-M em agosto oferece mais margem para que o Banco Central considere a diminuição da taxa de juros, um ponto de tensão entre o atual presidente do banco e o governo federal, que busca impulsionar a atividade econômica.
Com informações d
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