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O presidente da Argentina, Javier Milei, vetou um projeto de lei que previa o aumento das pensões em 8,1%. O veto foi formalizado por meio de um decreto publicado nesta segunda-feira (2), em que o governo justificou a decisão como uma medida necessária para manter a estabilidade econômica do país.
"No esforço de manter o país no caminho da estabilidade e do crescimento, o Executivo é obrigado a recorrer ao mecanismo constitucional do veto total à iniciativa parlamentar", afirma o decreto.
Segundo as estimativas do governo, a implementação desse aumento nas pensões representaria um custo de 1,02% do PIB para este ano e 1,64% para o próximo ano, sem previsão de financiamento para tais despesas.
"O valor indicado impossibilitaria o cumprimento das metas orçamentárias do governo, especialmente a de emissão zero, essencial para erradicar a crise inflacionária", destaca o decreto.
O projeto retorna agora ao parlamento, onde os legisladores podem derrubar o veto com uma maioria de dois terços.
Com informações da Sputnik
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