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O inquérito das fake news, conduzido por 2.000 dias sob a responsabilidade do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), está próximo de um desfecho. Segundo informações de Elio Gaspari, Moraes decidiu enviar o caso à Procuradoria-Geral da República (PGR), que agora será responsável por decidir o destino dos investigados.
Com essa decisão, Moraes se afasta do processo, deixando nas mãos do procurador Paulo Gonet a responsabilidade de dar continuidade ao caso. Esse movimento acontece em um momento estratégico para o Judiciário, já que há uma disputa em andamento por duas vagas no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A escolha dos novos ministros do STJ será feita a partir de duas listas tríplices, e a competição pelos cargos envolve apoio de ministros do STF. Um dos concorrentes é o desembargador Ney Bello, do Maranhão, que chegou a ser indicado por Jair Bolsonaro, mas teve sua nomeação vetada pelo ministro Kassio Nunes Marques. Esse episódio gerou atritos entre Gilmar Mendes, apoiador de Bello, e Bolsonaro, demonstrando como as articulações políticas podem influenciar as decisões no Judiciário.
Com informações do DCM
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