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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou o pedido de transferência imediata do ex-presidente Jair Bolsonaro para um hospital após o preso relatar uma queda na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Na decisão, Moraes avaliou que não há elementos que indiquem necessidade urgente de remoção, destacando que o quadro apresentado não demonstra gravidade suficiente, e determinou que a defesa apresente ao STF o laudo médico elaborado pela PF após o atendimento inicial.
A Polícia Federal emitiu comunicado informando que Bolsonaro foi atendido logo após a queda por um médico da corporação, que constatou ferimentos leves e não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar, recomendando apenas observação. O cirurgião Cláudio Birolini, responsável pelo acompanhamento do ex-presidente, confirmou o diagnóstico de traumatismo craniano leve, mas também não indicou transferência imediata, corroborando a avaliação inicial das autoridades.
Com a decisão de Moraes, Bolsonaro permanece sob observação médica na PF enquanto o Supremo aguarda o envio do laudo oficial e das informações sobre quais exames a defesa considera necessários e se podem ser realizados nas próprias instalações policiais. O caso segue o rigor processual determinado pela Justiça, que prioriza a análise de evidências médicas concretas antes de autorizar qualquer medida especial para um condenado que cumpre pena por crimes contra o Estado Democrático de Direito.
Com informações do Brasil247
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