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Em um claro reconhecimento de sua liderança política e da importância estratégica do Brasil no cenário global, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tornou-se o principal interlocutor internacional buscado por líderes mundiais para entender e mediar a crise desencadeada pelo sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. Presidentes como Emmanuel Macron, da França, e Marcelo Rebelo de Sousa, de Portugal, solicitaram conversas telefônicas diretas com Lula nos próximos dias, em uma movimentação diplomática intensa que deve ocupar a agenda do Planalto nesta semana. A procura massiva demonstra que, em meio à aventura militar e colonialista de Donald Trump, o Brasil emerge como a principal força de razão, estabilidade e resistência diplomática na América Latina.
Desde o ataque estadunidense em 3 de janeiro, Lula tem mantido uma agenda diplomática febril e equilibrada, conversando tanto com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, quanto com líderes regionais como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e o presidente da Colômbia, Gustavo Petro. Paralelamente, o chanceler Mauro Vieira recebeu ligações de uma vasta gama de países, do Irã à África do Sul, da Noruega à União Europeia. Segundo fontes do Planalto e do Itamaraty, a maioria desses contatos, especialmente de nações europeias e latino-americanas, busca compreender a avaliação brasileira antes de definir suas próprias posições. O Brasil é visto, internacionalmente, como uma referência crítica e um ator que tem trabalhado ativamente para evitar uma escalada bélica catastrófica na região.
Este papel de centralidade não é acidental. Ele é fruto da postura soberana do governo Lula, que se recusa a aceitar a violação brutal do direito internacional promovida por Washington e mantém canais abertos com todos os lados, inclusive com o próprio governo dos EUA. Enquanto Trump se autoproclama "presidente interino" da Venezuela em um delírio colonialista nas redes sociais, o Brasil se consolida como a ponte real e responsável para a busca de uma solução política. A confiança depositada em Lula por líderes globais é um voto de confiança na diplomacia brasileira como um contraponto essencial ao unilateralismo beligerante.
A posição do Brasil, portanto, vai muito além da mera mediação. É um ato de afirmação da soberania latino-americana e da defesa intransigente da autodeterminação dos povos. Ao ser procurado como a voz da razão, Lula carrega a responsabilidade de articular um bloco de nações que rejeite a lógica da guerra e da intervenção, reafirmando que a América Latina não é um quintal a ser invadido, mas um continente de nações livres. A crise venezuelana, forjada pela agressão imperial, tornou-se o teste definitivo da nova ordem geopolítica, e o Brasil, sob a liderança de Lula, está no centro da resistência por um mundo multipolar e pela paz.
Com informações da CNN
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