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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, defendeu a decisão do ministro do STF Flávio Dino que suspendeu o pagamento dos chamados "penduricalhos" – benefícios a servidores que ultrapassam o teto constitucional de R$ 46,3 mil.
Em evento do BTG Pactual, Motta afirmou que a determinação "foi feliz" e alimenta um debate necessário, coerente com a defesa da Reforma Administrativa. No entanto, ele justificou o reajuste de aproximadamente 8% aprovado para os servidores da Câmara, argumentando que seguiu o mesmo parâmetro utilizado para os aumentos concedidos ao Judiciário e ao Tribunal de Contas da União (TCU), a fim de evitar disparidade entre as carreiras.
Motta ressaltou que a aprovação do aumento foi feita com critério e não gerou acréscimo de despesas no orçamento, criticando o que chamou de "trem da alegria" na divulgação do tema. "A Câmara teve critério, o projeto segue para a análise do presidente da República", afirmou. A declaração ocorre em um contexto em que a decisão do STF sobre os penduricalhos aumentou a expectativa de que o presidente Lula vete os supersalários aprovados pelo Legislativo, tema que deve gerar tensão entre os Poderes.
Com informações do Brasil247
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