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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reafirmou a determinação de seu país em continuar a luta contra o Hamas, mesmo diante da crescente pressão internacional. Em uma declaração contundente, Netanyahu criticou o presidente francês Emmanuel Macron por condenar os ataques israelenses em Gaza, classificando suas palavras como "um erro grave, tanto factual quanto moralmente".
Netanyahu destacou que Israel não cederá às pressões internacionais e acusações infundadas contra as Forças de Defesa de Israel (FDI) e o Estado de Israel. Ele enfatizou a necessidade de Israel se defender e acusou o Hamas de utilizar civis como escudos humanos, uma tática que complica ainda mais a situação.
O primeiro-ministro israelense expressou a disposição de Israel em "se manter firme contra o mundo, se necessário", para derrotar o Hamas. Esta declaração surge após os ataques do Hamas contra comunidades israelenses em 7 de outubro, que resultaram na morte de aproximadamente 1.200 israelenses e no sequestro de mais de 200.
A resposta de Israel aos ataques do Hamas resultou na morte de mais de 11.000 palestinos e na captura de mais de 1.000, gerando condenações internacionais por uma resposta considerada desproporcional. Apesar disso, a maioria dos países ocidentais continua apoiando Israel durante o conflito.
Com informações da Sputnik
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