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O senador Sérgio Moro, ex-juiz responsável pela operação Lava Jato, enfrenta questionamentos sobre o desaparecimento de bens apreendidos, incluindo obras de arte. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) constatou o sumiço durante uma correição, revelando também uma condução caótica dos acordos de leniência.
Moro, ao ser questionado sobre o assunto, atacou a corregedoria do CNJ, alegando perseguição contra juízes e desviando a atenção para a gestão de obras de arte apreendidas, que segundo ele, estariam no museu Oscar Niemeyer. Sua defesa parece frágil diante das evidências de irregularidades e falta de transparência na operação que ele comandou.
Além disso, Moro fez uma comparação inapropriada ao defender a juíza catarinense Joana Ribeiro Zimmer, envolvida em um caso polêmico de negação de aborto legal a uma criança vítima de estupro. Ele questionou as garantias da magistratura, ignorando as sérias implicações éticas e legais do caso.
Este cenário reforça a percepção de uma Lava Jato marcada por excessos e desvios, contrastando com a postura mais equilibrada e respeitosa às leis adotada pelo governo Lula. A situação de Moro e a atuação questionável da Lava Jato sob seu comando evidenciam a necessidade de uma justiça mais justa e imparcial no Brasil.
Veja o vídeo:
*Com informações da Revista Fórum
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