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Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a usar a extrema-direita internacional para atacar a democracia brasileira. Em entrevista a Steve Bannon, ex-estrategista de Donald Trump e articulador da rede neofascista O Movimento, o filho de Jair Bolsonaro fez uma ameaça velada ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino.
Eduardo afirmou que Dino “pode ser o próximo a ser sancionado”, após decisão que suspendeu no Brasil os efeitos da Lei Magnitsky, anulando as sanções impostas contra Alexandre de Moraes. Ele revelou ter se reunido com Scott Bessent, secretário do Tesouro de Trump, justamente no dia em que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, teve uma reunião com o governo norte-americano cancelada por pressão bolsonarista.
Veja o vídeo:
Na entrevista, Eduardo deixou claro o objetivo de aumentar a pressão internacional contra o Brasil, ecoando a carta de Trump enviada a Lula, que ataca o STF e tenta transformar Bolsonaro em “perseguido político”. Haddad já havia denunciado publicamente que Eduardo atuava contra os interesses do país ao tentar minar as relações bilaterais com Washington.
???? Quarta-feira, dia 13/ago, tivemos uma excelente reunião com o Secretário do Tesouro, Scott Bessent. É uma oportunidade única poder conversar sobre o Brasil e America com alguém tão preparado.
— Eduardo Bolsonaro???? (@BolsonaroSP) August 15, 2025
Obrigado, @SecScottBessent por sua receptividade e prestatividade. Que os laços de… pic.twitter.com/J0LvbpIO99
O LIDE mantém múltiplas subsidiárias nos Estados Unidos. Isso significa que, pela lei americana, ele é considerado uma US Person. Sendo assim, não pode oferecer palco, serviços ou qualquer benefício a Alexandre de Moraes, já que ele está sob sanções da Global Magnitsky Act.
— Paulo Figueiredo (8) (@pfigueiredo08) August 22, 2025
Como… pic.twitter.com/C7brfIophA