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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar uma escalada na guerra comercial que tem imposto ao mundo desde que assumiu o cargo. Nesta segunda-feira (25), ele declarou que a China deverá fornecer ímãs aos EUA ou será alvo de uma tarifa de “200% ou algo parecido”.
A fala ocorre no contexto das chamadas terras raras — 17 elementos químicos essenciais para a produção de smartphones, carros elétricos e tecnologias de ponta. A China já sinalizou que pretende controlar a oferta desses materiais estratégicos, o que tem provocado tensão global. A maior parte das reservas conhecidas de terras raras está concentrada na China e no Brasil.
Desde janeiro, Trump tem usado tarifas como arma contra diferentes países. No caso da China, mesmo após negociações que reduziram as taxas americanas de 145% para 30% e as chinesas de 125% para 10%, o republicano volta a mirar em Pequim com novas ameaças.
O governo norte-americano, no entanto, não tem limitado seus ataques à China. Em 6 de agosto, anunciou uma tarifa extra de 25% sobre produtos importados da Índia. Em julho, impôs taxas adicionais de 30% contra México e União Europeia, além de 20% sobre importações vindas do Vietnã.
As medidas mostram que Trump aposta em uma política econômica agressiva e unilateral, tentando impor a supremacia dos EUA à custa de desequilíbrios comerciais globais. Para países como o Brasil, detentor de grandes reservas de terras raras, o cenário abre espaço para oportunidades, mas também para pressões diretas do governo norte-americano.
Com informações do Brasil 247
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