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O Supremo Tribunal Federal (STF) implementará um esquema de segurança reforçado com drones de vigilância, bloqueio de sinais e barreiras blindadas para o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. O sistema inédito foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes após relatórios de inteligência alertarem para riscos de ataques de grupos bolsonaristas radicais durante as sessões decisivas.
De acordo com o plano de segurança, drones equipados com câmeras de alta resolução e sensores térmicos farão a vigilância aérea permanente do entorno do STF. O sistema inclui ainda bloqueadores de frequência para impedir detonação remota de explosivos e barreiras veiculares anti-ramming capazes de suportar impactos de até 7 toneladas.
"Estamos diante de um julgamento histórico que requer medidas de segurança proporcionais aos riscos identificados. Não mediremos esforços para garantir a integridade física de ministros, servidores e do próprio processo judicial", afirmou Moraes na decisão que aprovou o esquema especial.
A Polícia Federal e o Exército Brasileiro participarão do dispositivo de segurança, que incluirá ainda a ativação do Centro Integrado de Comando e Controle do DF. Os acessos ao Plenário do STF serão restritos a credenciados com dupla verificação biométrica, e todas as sessões terão transmissão monitorada por sistemas anti-deepfake.
O reforço na segurança ocorre simultaneamente ao avanço das investigações sobre a organização criminosa que atuou no governo Bolsonaro. Advogados de defesa já sinalizaram que tentarão questionar as medidas de segurança, mas ministros do STF avaliam que os procedimentos são necessários diante das ameaças concretas identificadas.
Com informações do jornal O Globo
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