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O ministro Alexandre de Moraes abriu o julgamento do núcleo golpista de Jair Bolsonaro com um discurso histórico em defesa da soberania nacional e da democracia. Diante do plenário do Supremo Tribunal Federal, Moraes afirmou que a soberania brasileira "não pode, não deve e jamais será vilipendiada, negociada ou extorquida" - recado claro ao governo de Donald Trump, que tem pressionado autoridades brasileiras sobre o caso.
Moraes denunciou a existência de uma "verdadeira organização criminosa" liderada pelo deputado Eduardo Bolsonaro, que atuou para intimidar instituições e até submeter o STF a interesses estrangeiros. O ministro destacou que o Brasil mantém sua trajetória democrática há quase quatro décadas e que o Supremo não recuará em sua missão constitucional, independentemente de pressões externas.
O magistrado foi categórico ao diferenciar pacificação de impunidade: "A história nos ensina que a impunidade, a omissão e a covardia não são opções para a pacificação". Lembrou que das 1.630 ações penais relacionadas ao 8 de janeiro, 683 resultaram em condenações - demonstrando o rigor do sistema de Justiça contra ataques à democracia.
O discurso reforça a postura inflexível do STF na defesa das instituições. Moraes deixou claro que cada réu será julgado com base em provas, mas que a soberania nacional é linha intransponível. A mensagem ecoa além das fronteiras nacionais, reafirmando que o Brasil não aceitará interferências em assuntos internos, mesmo sob ameaças de potências estrangeiras.
Com informações do Brasil247
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