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Em declaração que escancara seu projeto neoliberal, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que o mercado - e não o Estado - deve reduzir as desigualdades no Brasil. A fala ocorreu durante evento na B3, templo do capitalismo financeiro, onde celebrou a transferência de R$ 367 bilhões em patrimônio público para a iniciativa privada. "O Estado não daria conta", disse o governador, como se serviços essenciais fossem mercadoria e não direito do povo.
Enquanto São Paulo vive crise na saúde, educação e segurança, Tarcísio gasta seu capital político leiloando rodovias, túneis e serviços públicos. Seu programa de privatizações, apresentado como "sucesso", na realidade entrega o que é de todos a conglomerados empresariais, que naturalmente priorizam o lucro acima do bem-estar social. Quem paga a conta é a população, com tarifas mais altas e serviços piores.
A falácia de que "o mercado reduz desigualdades" cai por terra quando examinamos os fatos: as privatizações concentram riqueza, precarizam o trabalho e abandonam as periferias. Enquanto Tarcísio faz discursos na bolsa de valores, comunidades pobres seguem sem acesso a moradia digna, transporte decente e educação de qualidade. Seu governo é para poucos - muito poucos.
Tarcísio não engana ninguém. Seu projeto é claro: servir de ponte para o grande capital, usando o estado como moeda de troca. Enquanto o governo federal investe em políticas sociais, o governador paulista trabalha para desmontar o pouco que resta de estado welfare. São duas visões de Brasil em choque: a que privilegia o povo e a que entrega tudo aos empresários.
Com informações da Folha de S.Paulo
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