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A cesta básica de alimentos registrou queda de preços em 24 das 27 capitais brasileiras em agosto, segundo pesquisa inédita do Dieese e da Conab que pela primeira vez incluiu todas as unidades federativas. As reduções mais significativas ocorreram em Maceió (-4,1%), Recife (-4%) e João Pessoa (-4%), com destaque para a queda de 26,8% no preço do tomate em Brasília. A ampliação da pesquisa, que antes cobria apenas 17 cidades, reflete o compromisso do governo Lula com transparência e combate à fome.
O tomate apresentou queda em 25 capitais, enquanto o arroz agulhinha baixou em 25 cidades e o feijão preto registrou redução em todas as localidades pesquisadas. Até a carne bovina, pressionada pelas exportações, ficou mais barata em 18 capitais. Os dados mostram que as políticas de abastecimento e regulação de preços do governo federal começam a surtir efeito, beneficiando especialmente as famílias de baixa renda.
Apesa das boas notícias recentes, o Dieese alerta que o salário-mínimo necessário para sustentar uma família de quatro pessoas seria de R$ 7.147,91 - quase cinco vezes o valor atual. São Paulo segue como a capital com cesta mais cara (R$ 850,84), enquanto Aracaju tem a mais acessível (R$ 558,16). A diferença regional ainda é gritante, mas a tendência de baixa generalizada indica avanços na segurança alimentar dos brasileiros.
A pesquisa comprova que o Brasil está no caminho certo ao priorizar políticas contra a fome e inflação de alimentos. Enquanto governos anteriores abandonavam o controle de preços, a atual gestão mostra que é possível conciliar crescimento econômico com soberania alimentar. A queda nos preços chega em momento crucial, amenizando o impacto das tarifas de Trump sobre a economia familiar.
Com informações da Agência Brasil
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