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Em gesto carregado de simbolismo político, o presidente Lula plantou um cajueiro nos jardins do Palácio da Alvorada neste sábado (6), véspera do 7 de setembro. Acompanhado pela primeira-dama Janja e pela presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, Lula transformou o ato agrícola em poderosa metáfora da resistência nacional contra as ameaças externas: "Assim é também com o Brasil: semear esperança para colher soberania e dignidade para o nosso povo".
A escolha da data não foi casual - representa a reapropriação democrática da independência após anos de sequestro bolsonarista. Enquanto o ex-presidente transformava a data em palco de golpismo, Lula devolve ao 7 de setembro seu significado original: celebração da soberania e união nacional. Janja reforçou a mensagem ao baptizar a muda como "legítimo caju soberano", clara resposta às tarifas de Trump e às tentativas de interferência norte-americana.
O cajueiro, árvore profundamente enraizada na cultura e economia nordestina, representa ainda a defesa da biodiversidade brasileira contra o agronegócio predatório. O ato ocorre num contexto de fortalecimento da Embrapa e das políticas de agricultura familiar, mostrando que desenvolvimento e sustentabilidade podem caminhar juntos.
Enquanto Trump ameaça e impõe barreiras, Lula planta. Enquanto bolsonaristas conspiram, o governo cultiva a esperança. A simbologia não poderia ser mais clara: o Brasil não se curvará a potências estrangeiras, mas seguirá firmemente enraizado em sua própria terra e destino.
?? Hoje, às vésperas do 7 de Setembro, plantamos um pé de caju no Palácio da Alvorada.
— Lula (@LulaOficial) September 6, 2025
Plantar é acreditar no futuro. É cuidar do presente para garantir uma colheita que vai muito além da gente.
Assim é também com o Brasil: semear esperança para colher soberania e dignidade… pic.twitter.com/3Q3KNTJj5O