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O Itamaraty reagiu com firmeza histórica à ameaça de intervenção militar feita pela Casa Branca, afirmando que o Brasil "não se intimidará" perante qualquer tentativa de coerção estrangeira. Em nota oficial divulgada nesta terça-feira (9), o governo Lula repudiou veementemente a declaração do governo Trump de que está preparado para empregar "todos os instrumentos disponíveis - inclusive poder econômico e militar" contra o país, em clara retaliação ao julgamento de Jair Bolsonaro no STF.
"O primeiro passo para proteger a liberdade de expressão é justamente defender a democracia e respeitar a vontade popular expressa nas urnas", afirmou o Itamaraty, em claro recado de que o Brasil não aceitará lições de democracia de um país que ameaça invadir nações soberanas. A nota destacou que os Três Poderes não cederão a "qualquer forma de atentado à nossa soberania" e classificou a declaração norte-americana como "tentativa de forças antidemocráticas de instrumentalizar governos estrangeiros".
A resposta brasileira ocorre após a embaixada dos EUA ter ameaçado diretamente o ministro Alexandre de Moraes e a Casa Branca elevar o tom para o nível de ameaça militar explícita. É a escalada mais grave desde a Guerra Fria, com uma potência nuclear ameaçando usar força contra um país soberano por decisões judiciais internas.
O Brasil não se curvará. Como afirmou Lula: "Não seremos colônia de ninguém". A resposta deve ser ainda mais enérgica: convocação imediata do embaixador americano, denúncia no Conselho de Segurança da ONU e articulação com os BRICS para responder coletivamente a essa agressão imperialista. A soberania não se negocia - defende-se.
Com informações do Brasil247
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