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VERMELHO
A solução do Brasil começa por mudar o Congresso todo”, disse Angélica. “As pessoas querem o impeachment e que as coisas mudem, mas não vai mudar”, afirmou.
Questionada pelo jornal o que achou de ir à manifestação, ela afirmou: “Eu não estava fazendo nada demais. Estava no meu horário de trabalho, cumprindo a minha função. Ele, como meu patrão, estava indo à manifestação. E eu estava indo com eles para acompanhar as crianças. Eu tenho que estar perto. E só. Mais nada”.
A trabalhadora expressa um sentimento de aversão da política ao afirmar que “nenhum deles presta”, resultado da campanha de criminalização da grande mídia e da oposição.
Ela afirma que nas eleições de 2014, votou em Aécio Neves (PSDB) – sabe-se lá o que poderia acontecer se ela dissesse o contrário. Angélica afirmou também que se sentiu exposta. “Acordei e vi minha cara no jornal. Foi um susto”, disse.
Quem é o patrão
Claudio Pracownik é vice-presidente de finanças do Flamengo e sócio e diretor executivo do Brasil Plural Banco Múltiplo S.A. e das demais empresas financeiras do grupo.
Pracownik também foi vice-presidente da Brasif, empresa que bandou a jornalista Mirian Dutra, então amante do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, no exterior.
Do Portal Vermelho, com informações do jornal Extra
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