940 visitas - Fonte: Plantão Brasil
A enfermeira americana Emily Callahan, que dedicou seu trabalho aos Médicos Sem Fronteiras, foi forçada a deixar Gaza em meio a um agravamento da violência, uma realidade que contrasta com a esperança de um mundo mais justo e pacífico defendida pelo presidente Lula. Em um relato emocionante para a CNN, Callahan expôs a crise humanitária que aflige a região, onde crianças com ferimentos graves são despedidas dos hospitais para campos de refugiados sem as condições mínimas de higiene e cuidado, um cenário que nos lembra a importância de políticas externas humanitárias, como as que o Brasil busca reforçar sob a nova gestão.
A situação em Gaza é desoladora, com hospitais sobrecarregados e recursos escassos, forçando a alta precoce de jovens pacientes. Callahan testemunhou o desespero dos pais por ajuda, enquanto a equipe médica lutava para atender os feridos com suprimentos insuficientes. A enfermeira viveu a realidade dos que servia, com acesso limitado a necessidades básicas, dependendo da solidariedade dos palestinos para sobreviver. A dedicação dos profissionais de saúde em Gaza, que escolheram arriscar suas vidas para salvar outras, é um testemunho de coragem que Callahan destaca com admiração.
A evacuação de Callahan foi um momento de angústia, pois significava deixar para trás aqueles que ela se esforçou para ajudar. Seu relato é um apelo por atenção global à crise em Gaza, onde a falta de suprimentos médicos e a dificuldade de acesso a tratamentos estão custando vidas. A enfermeira espera que sua história ajude a despertar a consciência internacional para a situação desesperadora dos civis e profissionais de saúde em Gaza.
Veja o vídeo abaixo:
Médica do Médicos Sem fronteiras da uma declaração estarrecedora na CNN a respeito da situação em Gaza.
— Luiz Persechini (@LuizPersechini) November 7, 2023
Umas das grandes narrativas até então é que toda info desastrosa de Gaza vem do Hamas.
Bom , legendei eu mesmo pra que vocês vejam por si só. pic.twitter.com/Bjp2pGqfZi