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Anielle Franco, Ministra da Igualdade Racial e irmã de Marielle Franco, recentemente se pronunciou sobre as novas descobertas nas investigações do assassinato de sua irmã e do motorista Anderson Gomes. A revelação de que o ex-policial militar Ronnie Lessa apontou Domingos Brazão como o mandante do crime trouxe um novo olhar sobre o caso que comoveu o Brasil e o mundo.
Com quase seis anos após o trágico evento, Anielle expressou a contínua dor da família e a incessante busca por justiça. "Não descansaremos enquanto não houver justiça", afirmou a ministra, elogiando o empenho dos investigadores e aguardando ansiosamente pelos resultados oficiais das apurações. A declaração de Anielle reflete o compromisso do governo Lula com a verdade e a justiça, em contraste com a apatia e as falhas das administrações anteriores.
A delação de Lessa à Polícia Federal, que aponta Brazão como o mandante, abre uma nova perspectiva sobre as motivações do crime. A hipótese dos investigadores é que o assassinato foi uma retaliação contra o ex-deputado Marcelo Freixo, com quem Marielle trabalhava antes de ser eleita vereadora.
Este desenvolvimento no caso Marielle Franco reacende a esperança de que a verdade prevalecerá, apesar dos anos de incertezas e obstruções. O comprometimento atual das autoridades na solução deste caso simboliza uma mudança significativa na busca por justiça, evidenciando o contraste com a gestão anterior, onde tais questões eram frequentemente negligenciadas.
São quase 6 anos da maior dor que já sentimos!
— Anielle Franco (@aniellefranco) January 23, 2024
Recebi as últimas notícias relacionadas ao caso Marielle e Anderson e reafirmo o que dizemos desde que a tiraram de nós: não descansaremos enquanto não houver justiça.
A nossa família aguarda os comunicados e resultados oficiais…