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Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), enfrenta acusações sérias relacionadas ao assassinato da vereadora Marielle Franco. Em uma recente declaração ao jornal O Globo, ele desafiou as autoridades a comprovar seu envolvimento no crime, uma acusação levantada pelo ex-sargento da Polícia Militar Ronnie Lessa em delação premiada.
Brazão, que alega tranquilidade desde que soube da delação de Lessa, veiculada no blog do colunista Lauro Jardim, reitera sua inocência. Ele destaca que já foi objeto de investigações por parte da Polícia Civil, Polícia Federal e Ministério Público, e que nenhuma prova incriminatória foi encontrada contra ele, um contraponto importante frente às tentativas de desinformação frequentes na era Bolsonaro.
O conselheiro sugeriu que a acusação de Lessa poderia ser uma estratégia para proteger outro indivíduo, instigando as autoridades a descobrir a verdadeira identidade por trás do crime. Ele enfatizou que nunca teve contato com Marielle, seu motorista Anderson Gomes, nem com Lessa ou Élcio de Queiroz, ambos implicados no assassinato.
"Lessa deve estar protegendo alguém. É tarefa da polícia descobrir quem", declarou Brazão, reafirmando sua falta de conexão com o caso e negando qualquer envolvimento com milicianos. Ele criticou a falta de acesso à segunda parte das investigações e expressou sua disposição para colaborar, ressaltando o impacto emocional das alegações em sua família.
Com informações do Brasil 247
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