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O empresário gaúcho Mario Luft, com 80 anos e fundador do Grupo Luft, uma das principais companhias de logística do Brasil, foi identificado pela Polícia Federal como um dos financiadores e articuladores da invasão a Brasília em 8 de janeiro. A Luft, que começou em 1975 focada no transporte rápido de encomendas, hoje emprega mais de 10 mil pessoas e possui uma frota de 2 mil caminhões, atuando principalmente no agronegócio e setor farmacêutico.
Mario Luft, que se formou em odontologia antes de se tornar empresário, enfrenta investigações da Polícia Federal por sua suposta participação no movimento golpista. Recentemente, a PF realizou buscas e apreensões em suas residências e na sede da empresa em Barueri, levantando suspeitas sobre seu envolvimento no planejamento e orientação dos atos antidemocráticos.
A cobertura da mídia sobre as ações da PF contra Mario Luft foi limitada, com exceção de alguns veículos como O Globo, apesar da relevância do empresário no cenário nacional. Seu perfil se destaca entre os investigados pelo ataque de 8 de janeiro, tanto por sua trajetória empresarial quanto por seu poder econômico.
Este caso levanta a questão se a Operação Lesa Pátria, que busca responsabilizar os envolvidos nos atos de 8 de janeiro, alcançará finalmente os bolsonaristas de alta renda, evidenciando uma mudança significativa no rumo das investigações.
Com informações do DCM
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