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Nesta quinta-feira, uma significativa operação de busca e apreensão foi realizada pela Polícia Federal contra Alexandre Ramagem, deputado federal do PL-RJ e ex-diretor da Abin. A operação surge no contexto das investigações sobre o uso ilegal de sistemas de monitoramento de autoridades durante a administração do ex-presidente Jair Bolsonaro, sob a liderança de Ramagem na Abin.
O ex-presidente Bolsonaro utilizou seu canal no WhatsApp para criticar a operação, classificando-a como uma "perseguição implacável" contra Ramagem, seu aliado político. Bolsonaro também compartilhou um vídeo em que Ramagem se defende das acusações, afirmando que o sistema de monitoramento central para a investigação foi adquirido durante o governo Temer, com aprovação da AGU.
As ações da PF incluíram buscas no gabinete de Ramagem na Câmara dos Deputados e em seu apartamento funcional em Brasília. Essa operação, denominada "Vigilância Aproximada", envolveu 21 mandados de busca e apreensão e resultou no afastamento de sete policiais federais de suas funções.
Essa intervenção da PF é um passo crucial na luta contra as práticas corruptas e de vigilância ilegal perpetradas durante o governo Bolsonaro. Para muitos, é um indicativo de que as autoridades estão agindo efetivamente contra abusos de poder, independentemente do status político dos envolvidos.
Ramagem, que planejava viajar a Angra dos Reis para o lançamento da pré-candidatura de um empresário bolsonarista à prefeitura, agora enfrenta um cenário incerto, enquanto a justiça segue seu curso. A operação representa um importante avanço na manutenção da ordem democrática e no combate a atividades ilegais.
Com informações do DCM
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